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Cultura Existe?!

Guilherme Briggs

Com certeza você já assistiu algum desenho, filme ou seriado dublado ou mesmo um desenho ou animação no idioma original, e já se perguntou de onde vem essas vozes? Calma você não é esquizofrenico, Isso Existe e chama-se dublagem e essas vozes tem dono. E um deles (diga-se de passagem um dos melhores) Chama-se Guilherme… Continue a ler »Guilherme Briggs

Vídeo musical!

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Semana passada postei o vídeo do Monster Tubulum, hoje é a vez de um brasileiro, esse não inventou um instrumento musical, mas é fera no piano. Vocês já devem ter visto alguns vídeos dele no Youtube, o Mestre Vinheteiro. Veja ele tocar as músicas do Tom & Jerry e aproveite para relembrar a infância:

O Motor Invisível do Amanhã: A Engrenagem Bilionária Chamada MCTI

Imagine uma sala de controle colossal que dita se o seu próximo smartphone terá microchips nacionais, se a nossa agricultura sobreviverá às mudanças climáticas ou se conseguiremos colocar satélites avançados na órbita terrestre. Parece o enredo de um filme de ficção científica governamental, mas, meus amigos, essa é a rotina exata de um dos órgãos… Continue a ler »O Motor Invisível do Amanhã: A Engrenagem Bilionária Chamada MCTI

Monster Tubulum

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Vídeo musical para você apreciar no sábado: Monster Tubulum. Uma pessoa com o apelido de The Jerry Mobile criou um instrumento musical utilizando tubos de pvc. O resultado ficou no mínimo interessante e pode ser visto e ouvido no vídeo abaixo.

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Silmarillion

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o-silmarillion-capa-brasileiraCom certeza você já deve pelo menos ter ouvido falar dos 3 livros e filmes do “O Senhor dos Anéis”, A Sociedade do Anel, As Duas Torres e O Retorno do Rei. A história se passa num mudo fictício criado pelo grande J. R. R. Tolkien. Se você não leu os livros e nem viu os filmes, você não tem ideia do que está perdendo. Antes da história do Senhor dos Anéis, Tolkien escreveu um livro chamado O Hobbit, que ocorre antes dos acontecimentos do Senhor dos Anéis, nele o Bilbo Bolseiro ainda era jovem para você ter uma ideia. E logo o filme ficará pronto, mas dessa vez não vou falar do Hobbit. Vou falar sobre o Silmarillion. Continue a ler »Silmarillion

Entenda os tipos de cerveja

Pilsen e chope são apenas dois tipos de cerveja dentre os vários existentes. No Brasil, 95% das cervejas consumidas são pilsen.

Antes de começar a falar sobre cerveja, seria interessante definí-la para que não haja dúvidas sobre o que ela é o porquê:

Cerveja é uma bebida alcoólica carbonatada, produzida através da fermentação de materiais com amido, principalmente cereais maltados como a cevada e o trigo. Seu preparo inclui água como parte importante do processo e algumas receitas levam ainda lúpulo e fermento, além de outros temperos, como frutas, ervas e outras plantas.

Vinho, por exemplo, é feito de uva e uva não possui amido. Whisky e vodka podem até ser feitos de cereais maltados, porém são destilados, portanto não são cerveja (isso você já sabia né?).

Dentro desta definição de cerveja encontram-se diversas variedades, de acordo com fatores como método de produção, ingredientes usados, cor, sabor, aroma, receita, história, origem e assim por diante.

Conheça os tipos mais famosos:
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História da Cerveja

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Sumérios preparando cerveja

Há cerca de 10 mil anos, o homem antigo descobriu por acaso, o processo de fermentação, surgindo em pequena escala, as primeiras bebidas alcoólicas. Mais tarde, a cerveja era produzida inicialmente pelos padeiros, devido a natureza dos ingredientes que utilizavam: leveduras e grãos de cereais. A cevada era deixada de molho até germinar e, então, moída grosseiramente, moldada em bolos aos quais se adicionava a levedura. Os bolos, após parcialmente assados e desfeitos, eram colocados em jarras com água e deixados fermentar.

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Trote, uma prática medieval que desafia as universidades

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Instituições tentam implementar programas de “boas-vindas aos calouros”, mas ainda falham em coibir agressões e humilhações

Calouro da USP de 1996 tenta "matar formiga no grito": ritual de passagem não pode descambar para violência e humilhação
Calouro da USP de 1996 tenta “matar formiga no grito”: ritual de passagem não pode descambar para violência e humilhação (Rogério Assis/Folhapress)

As primeiras universidades surgiram na Europa em plena Idade Média. Foram um sopro de liberdade. Permitiram progressivamente ao homem atuar segundo a razão, em vez de apenas obedecer a dogmas. Paradoxalmente, ao mesmo tempo em que nasciam os centros de estudo, surgia uma instituição muito mais tributária da ideia que hoje fazemos da “Idade das Trevas”: o trote. Os primeiros registros da prática datam do início do século XIV. Calouros da região correspondente à moderna Alemanha eram obrigados a andar nus e ingerir fezes de animais mediante a promessa de que poderiam se vingar nos novatos do ano seguinte. “Os alunos veteranos descontavam nos mais novos a repressão promovida em sala de aula por professores rigorosos”, afirma Antônio Zuin, professor do Departamento de Educação da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e autor do livro O Trote na Universidade: Passagens de um Rito de Iniciação.

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